João Paulo Martins Escreveu:
Caro Jose Carlos:
Referia-me aos custos em geral que vão desde os custos do papel, impressão e custos operacionais. E não estava a pensar no Brasil, referia-me ao assunto em abstracto. Quanto ao pagamento aos profissionais não duvido do que você disse. E já tive a amarga experiência de ter sido convidado para ser colaborador de uma revista inglesa de grande prestígio (cujo nome o bom gosto me obriga a omitir...) e o que me disseram (com o choradinho terceiro mundista que «tinham muitas dificuldades» é que pagavam 150 € por artigo.
Tá-se mesmo a ver que em países decentes como o Brasil a coisa piará mais fino. Penso eu de que...

Prezado João Paulo
Pois percebi e estamos em sintonia quanto ao Brasil, um país onde passei fantásticos 5 anos e me pude aperceber da paixão e da cultura do vinho que move as pessoas.
Aproveito para lhe transmitir que os meus companheiros de confraria compravam religiosamente o seu guia que fazia parte da "biblioteca oficial" ao lado dos outros guias; Parker, Penin, Gambero Rosso, Hachette, etc.
O que para o único "portuga" da confraria era sempre reconfortante.
Nos estados do sul do país,Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que são estados ótimos como deve saber, era muito difícil comprar a Revista de Vinhos. Espero que a coisa tenha melhorado.