Ora bem!
Para mim, que adoro alho e adoro cebola, a visibilidade depende do prato mas dou comigo, quase sempre, a posteriori, a catar os ditos...
O que também me dá problemas cá em casa... Aliás como em várias outras questões, como por ex., as ervas aromáticas, o ponto de cocção, etc. O denominador comum é o sal - precisando, a sua presença discreta...

No caso vertente do refogado ou estrugido (partindo do princípio que é impossível estrugir numa frigideira ou refogar numa sertã, embora possamos executar ambos num tacho), acho que os resultados dependem da qualidade da matéria prima, independentemente da sua proveniência.
O facto é que quer o alho quer a cebola, daqueles que nos enchem os olhos
(quer dizer, cortar a cebola, sem a técnica adequada, até podem esvaziá-los...) pouco mirram ou se esvaem em água (compreendam onde quero chegar - é como aquela carne que "é só água" e que basta elevar a temperatura para se "derreter") e escasseiam.
Diria até que a cultura intensiva tem resultados opostos aos dos que são sujeitos a algum stress hídrico. Idem em relação ao tempo e condições de conservação.
PS: A Nossa Senhora d'Ajuda, padroeira de Espinho, logo com festa graúda aqui em Espinho é sempre no 3º domingo de setembro. Na 2ª feira, é sempre a Feira das Cebolas, com aquelas tranças de revirar os olhos e a preços bem simpáticos... E tranças de alhos, também... E é já no próximo fds...!!!
